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sábado, 26 de dezembro de 2009

Angélica e o Sonho das Fadas


Minha amiga Maria Fortuna, escritora de livros infantis, da Bienal fala comigo ao telefone.








As poetas Brenda Mars, Bilá Bernardes e Maria Moreira, que estiveram no lançamento da antologia Nós da Poesia(All Printe/IMEL e depois participaram de outras aitividades.mariaa Moreia )onceição), lançou o belo bjetivo Indfinido, que eu prefaciei, com muito prazr.


A criançada e o livro, na Bienal do Livro-(XIV)


O Poeta Sergio Gerônimo, com O Sono das fadas, exposto no estande da COB, onde foi lançao-as histórias contadas por Brenda Mars e Bilá Bernardes, pois não pude ir à IV Bienal do Livro (Rio de Janeiro)-fotos gentilmente enviadas por Sérgio-oPresdente da APPERJ.



capa-os bordados e bonecos de Angélica, foram fotografados por Llobus(*)




Personagens e protagonista da história, bonequinhos criados or Angélica, a quem desejo um Ano Novo cheio de LUZ!


Angélica que tem mãos´de fada.





As pessoas se encantam quando t~em nas mãos eu livro O Sono das Fadas, ou vêm suas imagens pela Internet.
Um dia, pensei que em vez de ilustrá-lo com desenhos, pedrira que alguém bordasse.E expliquei, por telefone, à artesã Angelica Rodigues Souza -que não por acaso é irmã da Poeta Bilá Bernardes-oqu eeu desejava...

Imediatamente la se pôs a escolher linhas e tecidos e o resultado foi lindo, qual se tivesse entrado em meu desejo.

Acima, uma das páginas, cheia de fadinhas de fita.
E ela ainda fez os personagens, em forma de bonecos...

Para ela, neste ano que finda, escrevo poema abaixo.
Clevane Pessoa
Diretora Regional do InBrasCi em Belo Horizonte, MG

A Bordadeira

Com fio faz
a linha da vida, dá nos e alinhava a história,
laçadas de seda, fadas de fitas,
cristais num bordado féerico,
varicor e criaividade...
Acredita no sono das fadas,
sabe o segredo da maçã:
dentro tem duas sementinhas
que juntas forma um coração.
Essa adorável artesã,
deve ter sido fadnha um dia,
pois cnseguiu plenificar de alegria
quem andva tristonha
por causa da vida veraz.
Agora, todo dia sonha e voa,
e abençoa os dedinhos mágicos
e os olhos dessa parceira, agora tornada amiga.
Encantamento feito, arremate pronto:
jamais o bordado se desmanchará
-nem a amizade com gosto de broinha de melado..

Clevane Pessoa para Angélica

(*) Marco Llobus, fotógrafo e poeta, Presidente da Rede Catitu.

Conselho-João Evangelista


O poeta, fotógrafo e jornalista João Evangelista,manda-me mais um de seus belos poemas.A ele també, os melhores votos de um 2010 que possa ser maravilhoso.

Clevane

OI, Clevane, tudo bem..bjs Feliz Ano Novo.


conselho


quero de todos o melhor conselho
a rosa do reino
um pássaro em relevo na fronte de Homero
o que restou do verbo mínimo
de pedra em Itabira
o que da linguagem em lâminas
se inscreve na parede invisível
da Biblioteca de Babel
o que na vereda esplende em paz
no vasto espelho

quero de todos o melhor conselho
joão evangelista rodrigues
****************************************
O grande portal dos mineiros
http://www.uai.com.br

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Iara Abreu na Revista ESCRITA da GUATA


Iara Abreu, em S.Paulo(Editora All Printe em 31 de outubro), lê poemas da antologia Nós da Poesia-organizada por Brenda Mars, do IMEL- e onde tem poema visual, além de criar a capa.




A Revista Guatá, que me abre espaço, por exemplo, aos haikais, pelo que lhe sou muito grata, desta feita, informa a inclusão de nossa pessoal amiga Iara Abreu-que ilustra nossos poeas e de muitos outros, e os expões e suas mostras denominadas "Aspectos Urbanos", na sua revista ESCRITA..
tal é a qualidade e diverdsdade desses grafismos, a bico-de-pena e fluidos com a segurança de quem tem base e sabe o que faz, que, penso, a coletânea dos mesmos deveria lograr chamar a tenção de uma editora para qye seutrabalho fosse melhor gesgustado em todos os lugares.
Os poemas e poetas ultrapassam as frinteiras dos Estados brasileiros, já há lavras de outros países.

Recentemente fez exposição Um Olhar Sobre Paris- desenhos a bico-de-pena já exposta a Galeria de Arte da todoviária de belo HoriZOnte e , na ASSOCIAÇÃO MINEIRA DE IMPRENSA (AMI), inaugurando a Sala da França (*), também levou os poemas ilustrados .

Tenho a honra de estar entre eles e muitos de meus amigos.Sendo ela própria, poeta visual, tem mesmo um olhar seletivo e criativo sobre nossos versos para ilustrá-los com sua arte singular.

Abaixo, o editorial de Paulo Bogler, da Guatá, onde menciona o trabalo da mineira e fala da revista.Esta, e papale, já está à venda.
Para adquirir: guata@guata.com.br

Clevane Pessoa de Araújo Loes

belo Horioznte, MG
Diretora Regional do inBrasCi e
Consultora de Cultura da AMI.










DE PASSAGEM:



••••

• Clique aqui
e leia a versão
on-line da
revista Escrita 8

• Clique aqui
e saiba do programa
Tirando de Letra de incentivo à Leitura

LANÇAMENTO
___________________________________________________

Revista Escrita, número 9, circulando




Escrita 9, pescada a muitas mãos!



Um trabalhador simples oferece ao freguês o produto de sua labuta diária, inteiramente à mostra, dependurado a um pedaço de bambu. Rotina de Ciudad del Este que chama a atenção do olhar apurado da fotógrafa, que passeia no lado paraguaio do rio. Ainda no Paraguai, agora em Hernandárias, uma jovem brasileira observa com admiração os versos expressos em quadrinhas, escritos por uma paraguaia, ajudante de cozinha, que escreve na língua originária de seu povo, o guarani.
Tudo. Peixe, fotografia, língua e poesia vão parar nas páginas da Revista Escrita, edição número 9, que ganha as ruas e os leitores por meio do programa Tirando de Letra de popularização da leitura. A Associação Guatá - Cultura em Movimento - assina a publicação que, em quarenta páginas, reúne as diferentes formas de expressão e de experimentação da linguagem escrita e visual, através de autores com origens e intenções igualmente diversificadas.

Assim, como uma teia, o emaranhando criativo contido na Escrita, absorve a produção de artistas consagrados e de aprendizes, todos tendo como objetivo central o de promover a expressão. Neste número, 30 autores se revezam nas sessões “olhos”, de artes visuais, e “palavra”, dedicada ao texto.


Os mineiros Iara Abreu e Marcus Venícius participam da Escrita 9 com peças visuais.

A artista Iara Abreu, de Belo Horizonte, por exemplo, conheceu as atividades da Associação Guatá através de uma amiga, escritora, conterrânea de Minas Gerais. Desta espécie de política de leite-e-erva-mate, esta nova edição da Revista Escrita ganhou o traço mineiro e maneiro, com desenhos marcados pela óptica urbana e pela visão sensível lançada sobre a vida nas cidades. Os trabalhos enviados por Iara Abreu para a publicação, integram a exposição itinerante “Aspectos Urbanos”, onde a obra da autora dialoga com poemas de diversos autores espalhados pelo mundo.

Perseguindo o objetivo de proporcionar espaços para todas as formas de manifestação, Escrita mantém as portas abertas para os recém-chegados ao universo criativo. A dona-de-casa Maria Theolina Guder Welter, a estudante e comerciária Alana Carla Borges e a também estudante e artesã Estela Valiati oferecem a sua poesia, enquanto que o músico Fumê abandona temporariamente a viola para apresentar a sua fotografia, extraída de momentos do cotidiano.


Da fronteira, a fotografia de Letícia Lichacovski e a poesia guarani de Sonia Barreto

Entre muitas outras surpresas, Escrita 9 traz três contos da paulista Vanessa Campos Rocha. Conversam com eles, a poesia paranaense de Rodrigo Garcia Lopes e de Andréa Motta. Ele, escritor de Londrina e um dos editores da revista cultural Coyote. Ela, de Curitiba, editora do blog Simultaneidades.

Aliás, o levante literário dos paranaenses se completa com a homenagem a dois escritores já falecidos. Do poeta Paulo Leminski, que morreu em 1989, a Revista Escrita ressalta a contribuição sobre a (in) utilidade da obra de arte. O conjunto se completa com o conto exasperado de Walmor Marcelino, escritor e jornalista catarinense que escolheu Curitiba para viver, e que faleceu no final de setembro.

Em dez números, incluindo uma edição experimental, a Revista Escrita já publicou mais de 300 autores, preservando sempre como princípio a liberdade e a autonomia de criação dos seus autores. Entre os seus colaboradores, figuram artistas paranaenses, de várias outras cidades brasileiras e pessoas que vivem em outros países do mundo. ]

TIRANDO DE LETRA – A cada número da Revista Escrita lançado, todas as escolas da rede pública estadual de educação são contempladas com exemplares gratuitos da publicação, através do Programa Tirando de Letra, mantido pela Associação Guatá com o apoio do Sindicato dos Jornalistas, a Itaipu Binacional e de apoio cultural mantido por empresas locais. Cerca de 40% dos exemplares da revista chegam a estudantes, professores e bibliotecas de 64 escolas, espalhadas por 10 cidades da região, para serem utilizados durantes as aulas de literatura, artes e em atividades de leitura e de produção de texto.

Conforme a professora Djeuci da Silva, coordenadora da equipe pedagógica do Núcleo Regional de Educação de Foz do Iguaçu, instituição que oferece apoio ao projeto auxiliando na circulação da publicação, a distribuição da Escrita é feita de acordo com o número de alunos de cada estabelecimento, variando entre 30 e 50 exemplares dirigidos a cada escola.

(Paulo Bogler/Guatá)



da atologia Nòs da poesia-

CONVOCATORIA FESTIVAL DE POESIA 2010-La Habana



CONVOCATORIA FESTIVAL DE POESIA 2010

De 18 a 31 de maio, leitura de poesia em cinco continentes.

"Do dia 25 até 30 de maio de 2009

A Presidência do Festival Internacional de Poesia de Havana com o patrocínio da União de Escritores e Artistas de Cuba, o Projeto Cultural “Sur”, A casa do Historiador da cidade, A Comissão Nacional Cubana da UNESCO, a Sociedade de Beneficência de Andaluza, A Associação “Hermanos Saíz” e o Centro Cultural “Dulce María Loynaz” do Ministério da Cultura convoca o 14 Festival Internacional de Poesia de Havana do dia 25 até 30 de maio dedicado a poesia dos povos do Oriente Médio.

Principais Temas:

Poesia e Responsabilidade Cidadã

Os poetas e a luta contra a guerra no Oriente Médio.

Presidência do Festival:

Pablo Armando Fernández, César López, Nancy Morejón, Miguel Barnet, Aitana Alberti, Carilda Oliver Labra, Rogelio Martínez Furé, Zolani Mkiva, Malak Sahioni, Virgilio López Lemus, Edel Morales, Karel Leyva, Antonio Gonçalves e Alex Pausides.

Principais Atividades:

Junta Mundial de Poetas em defesa da humanidade

Seminário sobre Literatura Árabe

Ação Poética “Palavra do Mundo”

Junta da Água

Cuba poesia itinerante

Laboratório de Expressão Poética

Exposições, Concertos, amostras cinematográficas

Salão Internacional de Artistas Plásticos

Semeia da Árvore de Poesia

Cerimônia Inaugural: “Palavra no Mundo”

Basílica Menor do Convento de São Francisco de Assis

Terça-Feira, 26 de maio de 2009, 6 p.m

Junta Mundial dos Poetas em Defesa da Humanidade

Salão Solidariedade do Hotel “Habana Libre”

Quarta-Feira, 27 de maio de 2009, 9 a.m

Cerimônia de Finalização

Praça “Vieja”

Sábado 30 de maio de 2009, 6 p.m

Alex Pausides

Coordenador Geral do Festival

União de Escritores y Artistas de Cuba

Calle 17 N 354 entre G e H ,Vedado,Cidade de Havana

Telefone: 8324152 (53-7) 833 3158 Fax

Email:

escritores@uneac.co.cu
proyectosurcuba@uneac.co.cu
alexpausides@yahoo.es

Sites na web

www.cubapoesia.cult.cu
www.palabradelmundo.cult.cu

2008. Festival dedicado a poesia dos povos originários da América. 2009. Festival dedicado ao Centenário de José Lezama Lima e a poesia dos povos bolivarianos."

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Regina Mello leva Livro de Vidro no SÓCRATES AO CAFÉ



Regina Mello, observada pelo poeta advogado Dr.Dayrell(autor de Poesia Para parar O Tempo) , segura página de seu "Livro de Vidro". No plano imediatamente posterior, Bernardete Biaggi, Coordenadora do projeto Sócrates no Café, que aconteceu Sócrates ao Café - Moldura e tela mental - Poesia 3D


O Instituto Biaggi , realizarm o o evento SÓCRATES AO CAFÉ , no dia 03 de novembro, terça feira( no espaço mezanino, da Momo Confeitaria, `Av. Contorno 6081, no Bairro Savassi, das 19:30h às 21:30h.

O encnro consiteiu em um bate papo sobre arte e psicanálise, abordando
e discutindo o tema: Moldura e tela mental - Poesia 3D A Palavra Cortada, Gravada e Domada. Café ao Sócrates - nesta edição desnvoldico pela Diretora co Museu nacional da Poesia , a artista e poeta Regina Mello

Muitifacetada, atualmemnte ela expõe no Parque Municipal, esculturas , e para o "Sócrates no café, apresntou em um livro de vidro, poemas capazes de consuzir as pessoas participantes , interativamnte, até ao ponto da reflexão.Com slides e trabalhos, Regina usou de sua vicênci nas partes, oferecendo assim , um rico material por condutor.

Recém chegada de S.Paulo onde fomos ao lançamento do "Nós da poesia", antologia na qual Regina mello também está, não pude compararecer a mais um momeneto da trajetória da amiga, esperando que ela em breve, apresente -se novamente com o tema e o objeto, os poemas.E que possamos 4estar presente.

Clevane Pessoa de Araújo Lopes

Dama da Ordem Sereníssima da Lyra de Bronze
Diretora Regional do InBrasCI (Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais)em Belo Horizonte,
Membro da Ordem da Confraria do Poetas
Divulgadora do MUNAP
Filósofa Honoris causa PH.I da ALB/CONALB
Membro da ONE, da ADL, da ANELCARTES,AIL, ALTO, ACL, virArte, Sociedade dos Poetas Vivos e Afins.
Patroness da AVSPE.





Horário: 19h30


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03/11/09

Link da organizadora :

www.acibramg.com.br/biaggi/

Momo Confeitaria - Av. Contorno 6081, São Pedro






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Entrevista com Regina Mello , em http://www.whohub.com/reginamello

"ARTE


O que você faz? Como você se define?


"Sou uma artista visual e poeta incansável! Vivo da arte e pela arte!
Coordeno quatro importantes programas do Museu Nacional da Poesia do qual sou diretora: o Original - livro de artistas, a Galeria da Árvore no Parque Municipal, o Sementes de Poesia e o Intercâmbio Internacional Artístico-Cultural.

www.reginamellobr.blogspot.com
www.galeriadaarvore.blogspot.com
www.sementesdepoesia.blogspot.com


Qual é sua mensagem?
Arte para todos!
Que todas as pessoas possam fazer arte independente de profissão. "


Sua biografia em quatro linhas


"Cursou Artes Plásticas na Escola Guignard e graduou-se em Escultura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Possui uma formação multidisciplinar em artes plásticas, fotografia, performance e literatura. Promove e realiza oficinas poéticas, encontros, projeções poéticas. Realizou 32 exposições - individuais e coletivas -, bem como performances e instalações no Brasil e exterior, além da participação especial no livro de artistas 'Die Nummer Sechzig'- Berlim/Alemanha. "

Você publica seu trabalho na rede? Onde podemos vê-lo?
www.reginamellobr.blogspot.com
www.reginamello.oi.com.br
http://www.artistasvisuais.com.br/consultaimagemartista.as (...)


Como nasce uma idéia? O que é para você a inspiração?


"Uma idéia pode nascer a qualquer momento. A partir de um desejo, uma imagem, um texto, uma contemplação, um pensamento, uma cor, um silencio, uma reflexão, um som, uma ação ou um sentimento. "


Que papel tem a tecnologia em seu processo criativo?

"A tecnologia está presente o tempo todo em nossa vida. Não podemos esquecer que tecnologia está presente até mesmo numa caneta, pincel ou câmera fotográfica . Então, a tecnologia é parte integrante do meu processo criativo sempre. Atualmente, trabalho com fotografia digital. "


O que é arte?

"Arte é poesia! É a pérola dos seres vivos, considerando que as plantas e os animais também são seres criativos, criadores e sensíveis.
Arte é liberdade de expressão! "


Em que circunstancias você tem as melhores idéias?

"Quando estou realmente emocionada! Tocada por algo que me leva a flutuar!
Como por exemplo contemplar uma orquídea. "

Como você corrobora se uma idéia é boa?


"Precisa ser imperial!


Três idéias criativas que você gostaria que tivessem sido suas.


A instalação de roupas penduradas em cabides de ossos de Louise Bourgeois.


Quando e como você começou a ver você mesma como artista?

"Como muitas outras coisas na vida, observando!
Foram anos e anos, observando e analisando o que realmente tinha importância na vida. Foi observando a emoção que sentia diante de uma obra de arte, por mais simples e singela que fosse. Foi olhando para trás. Olhando minha historia de vida. O que realmente ficou marcado em minha memória e qual o seu valor em mim. Onde e como o meu olhar se deitava. Em 1973 decidi fazer um curso de pintura e tudo começou. "
Por que tantos artistas e criadores têm personalidades voláteis?

"Porque são seres livres. "

Você se considera pós moderna?

Não, sou contemporânea

Como uma obra artística deve ser avaliada?
"Avaliada?
O artista deve se reinventar a cada dia?
O artista é um ser em constante mutação. "


Que artistas você admira e de que maneira têm influência em sua obra?
"Beuys
Matisse
Picasso
Eles confirmam minhas idéias. "


Qual é sua opinião sobre os subsídios públicos para a arte?

"Os subsídios públicos precisam vir para as mãos dos artistas sem restrições, sem avaliações de projetos. Artistas não fazem projetos, artistas têm idéias e eles próprios as executam.
Os artistas precisam ser subsidiados para que possam realizar suas idéias como se faz na Holanda. O artista é patrimônio publico e deveria ser tratado como tal."


A arte autêntica é a arte necessária?

"Para ser arte tem que ser autêntica e a arte é necessária. "


Você sofre ao se desprender de uma peça que tenha vendido?

"Não, vender uma obra é uma honra! É prazeroso ter um pedaço de si espalhado pelo mundo. "


Ao comprar a obra, estamos mais que nada comprando o artista?



"Não comprando o artista mas parte dele, sua obra. "


Para a arte não há guia. Como você sabe qual é a próxima coisa a fazer?


"Odeio guias, mapas, normas, bulas... É sem regras que gosto de viver, nunca sei qual o próximo passo a seguir, basta-me caminhar para a frente."


O que você acha de que grande parte das obras de arte contemporânea que os museus exibem seja de artistas que já faleceram?

"Muito simples! Como a arte contemporânea na maioria das vezes é incompreendida, ninguém quer investir. Mas depois que o artista está morto é diferente, passam a ser obras limitadas, aumentando seu valor."


Que papeis jogam em sua trajetória as figuras de marchante, representante, galerista, e intermediários em geral?

"São muitas vezes necessários, mas estão longe de ser o que o artista precisa. São muitas vezes grandes exploradores comerciais e sem nenhum profissionalismo.
Se o artista tivesse seu atelier os compradores poderiam comprar diretamente dos artistas e ainda conhecer seus processos de criação. "

Que tipo de encomendas você costuma receber?

"São bastante variadas."

Qual de seus trabalhos é o que você mais gosta?

"Para Guardar a Alma "


Você coleciona algum objeto?


"Sim, coleciono latas, esqueletos de pequenos bichos, cédulas, canetas, obras de arte, conchas, pedras e mais um monte de coisas."

Que portais online de arte você freqüenta?
www.canalcontemporaneo.art.br


O que você aconselharia aos iniciantes?

"Persistir!"





[reginamello]
Regina Mello
Belo Horizonte




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© Regina Mello
Endereço web desta entrevista: http://www.whohub.com/reginamello

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Fome de Liberdade-lançamento em Brasília



Recebo o convite para o lançamento desse livros, através de Vanderley Caixe da carta o Berro.

Se estiver em Brasília, prestigie.

Clevane

"Pessoal,

Lançamento do livro do Perly , no Carpe Diem, em Brasilia"

Conversasiones en el Impase


capa de Conversasiones en el Impase


Date: 2009/10/12
Subject: [cadernosdesubjetividade] Conversaciones en el Impasse - Tinta Limón Ediciones
To: cadernosdesubjetividade@yahoogrupos.com.br

Através do Coror Coletivo, recebo, de Fábio Borges:




"Tinta Limón Ediciones presenta
Conversaciones en el
Impasse

Dilemas políticos del presente


Un libro compilado por el Colectivo Situaciones

con entrevistas a
Suely Rolnik - Franco Berardi Bifo - León Rozitchner - Sandro Mezzadra
Raquel Gutiérrez Aguilar - Toni Negri - Peter Pál Pelbart - Santiago López Petit
Michael Hardt - Arturo Escobar



$ 40 - 267 páginas





Hablamos de un
impasse para caracterizar la situación política contemporánea, la cual requiere una práctica perceptiva que nos sitúe más allá de las representaciones utilizadas por la lengua de la política, el ensayo, la filosofía o las ciencias sociales. Y una sensibilidad que nos arrastre hacia ese tiempo en suspenso, en que todo acto vacila, y donde sin embargo ocurre todo aquello que requiere ser pensado de nuevo. Un presente que se revela entre la ironía del eterno retorno de lo mismo y la preparación infinitesimal de una variación histórica.
El
impasse es sobre todo una temporalidad ambigua, donde aparentemente se han detenido las dinámicas de creación que desde comienzos de los años noventa animaron un creciente antagonismo social –cuyo alcance puede verificarse en la capacidad para destituir los principales engranajes del neoliberalismo en buena parte del continente. Decimos que la detención es aparente porque no es cierto que se haya diluido de manera absoluta la perspectiva antagonista, ni mucho menos que se encuentre paralizado el dinamismo colectivo. Por el contrario, en el impasse coexisten elementos de contrapoder y de hegemonía capitalista, según formas promiscuas difíciles de desentrañar.
La ambigüedad se convierte así en el rasgo decisivo de la época y se manifiesta en una doble dimensión: como tiempo de crisis que no posee un desenlace a la vista; como escenario donde se superponen lógicas sociales heterogéneas, sin que ninguna imponga su reinado de manera definitiva.
El impasse describe un estado de ánimo histórico. Y nuestro modo de situarnos en él es la inquietud."

Acceda a la versión en PDF de
Inquietudes en el Impasse

ÍNDICE
Palabras previas
_ 7
Inquietudes en el
impasse,
Colectivo Situaciones _ 9
Conversaciones:
Para una crítica de la promesa,
Suely Rolnik _ 47
"The dark side of the multitud",
Franco Berardi Bifo _ 69
"Cuando el pueblo no se mueve, la filosofía no piensa",
León Rozitchner _ 95
Gubernamentalidad: fronteras, código y retóricas de orden,
Sandro Mezzadra _ 135
América Latina: de la revuelta a la estabilización,
Raquel Gutiérrez Aguilar _ 167
Luchas contra la renta e institución de lo común,
Toni Negri _ 187
Sobre el agotamiento de los posibles,
Peter Pál Pelbart _ 203
¿Qué es hoy una vida política?,
Santiago López Petit _ 217
Ciclos de lucha: desorientación y antagonismo,
Michael Hardt _ 235
Contra el (neo)desarrollismo,
Arturo Escobar _ 245





Corrección: Graciela Daleo
Diseño de tapa: Cucho Fernández
Diseño de interiores: Ignacio Gago

Tinta Limón Ediciones
Casilla de correo 1, sucursal 41 CP 1441
Ciudad de Buenos Aires, Argentina
www.tintalimon.com.ar
colectivo@situaciones.org


Próximos títulos

La noche de los proletarios
Archivos del sueño obrero
de Jacques Ranciere, 2010

Calibán y la bruja
Las mujeres, el cuerpo y la acumulación originaria
de Silvia Frederici, 2010

Otros títulos
de la Editorial

Filosofía de la deserción
Nihilismo, locura y comunidad
Peter Pal Pelbart, 2009

G. A. C
Pensamientos, prácticas, acciones
Grupo de Arte Callejero , 2009

Breve tratado para atacar la realidad
Santiago López Petit, 2009

Un elefante en la escuela
pibes y maestros del conurbano
Taller de los sábados, 2008

Los ritmos del Pachakuti
Movilización y levantamiento indígena-popular en Bolivia
Raquel Gutiérrez Aguilar, 2008

Las nuevas fronteras
Una entrevista con el subcomandante Marcos
Por el Colectivo el Kilombo, 2008

La historia sin objeto,
de Marcelo Campagno e Ignacio Lewkowicz. 2007

Hegel o Spinoza,
de Pierre Macherey. 2006

Ambivalencia de la multitud,
entre la innovación y la negatividad
de Paolo Virno. 2006

Bienvenidos a la selva
Diálogos en torno a la Sexta Declaración del EZLN,
una compilación del Colectivo Situaciones. 2005

Mal de Altura
Viaje a la Bolivia insurgente,
del Colectivo Situaciones. 2005

La Virgen de los Deseos,
del colectivo boliviano Mujeres Creando. 2005

Dispersar el poder
Los movimientos como poderes antiestatales,
de Raúl Zibechi. 2006

Políticas del acontecimiento,
de Maurizio Lazzarato. 2006

¿Quién habla? Lucha contra la explotación
del alma en los call centers,
Colectivo ¿Quien Habla?, 2006



_______________________________________________
direccionesTintaLimon mailing list
direccionesTintaLimon@listas.nodo50.org
http://listas.nodo50.org/cgi-bin/mailman/listinfo/direccionestintalimon




--
cAsSaNdRas
http://cassandras.multiply.com
http://catadores.wordpress.com
http://www.youtube.com/user/catadores
http://picasaweb.google.com.br/catadores
http://estudiolivre.org/el-user.php?view_user=fabiborges


Recebi através do Coro Coletivo,ao qual estou inscrita , apresentada pela Diretora do Museu nacional da poesia(MUNAP).O COro Coletivo, que mobiliza ações de artistas , livres pensaores, artesãos, cidadãos conscientes e ecologistas, é coordenado e moderado por Flávia Vivacqua, com grande consistência epropriedade .Fico mais na divulgação, por morar em belo Horizonte, mas acompanho atentamente seus trabalhos coletivos, inclusidve o REVERBERAÇÕES que cresce cada vez mais.
Visite:

www.corocoletivo.org

corocoletivo@gmail.com
corocoletivo@yahoogrupos.com.br

Divulgação:

Clevane Pessoa
Vice Presidente do Instituto Imersão Latina, IMEL
Diretora Regional do INBRasCI ( Instituto BBrasileiro de Culturas Internacionais)
Representante do Movimento Cultural aBrace em Belo Horizonte, MG

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Dia de La Raza, Dia da Raça-Rafael Jesús González


O amigo Poeta Rafaél Jesús Gonzalez -que conheci em Montevidéu, em 2007, tem a força da POIESIS grega:está sempre antenado e engajado nas acontecências e suas consequências, não apenas lunarmente um bardo, qual prova(se) na série belíssima sobre Lua Cheia, luares -já tive a alegria de traduzir alguns para o português.Todos os dias de lua cheia, são-me iluminados com seus versos encantadores e constentes.O poeta Claudio Márcio Barbosa e eu, há longo tempo, escrevemos livro sob o tema do luar.Qualquer di, sai do prelo.Dizem que os poetas são "lunáticos", ach que im , s~çao mais tocados pelo luar que a maioria dos mortias, mas, sobretudo,os poetas têm a missão sagrada da palavra de força numérica., conforme escrevo em um poema.

Volta e meia,em datas significativas,Rafael , essa pessoa híbrida culturalmente, por haver nascido na fronteira entre México e Estados Unidos, íntegra e enluarada, manda-nos uma prosa vigotosa e analítica.

Mais uma vez, chega-me um texto de sua autoria sobre O Dia da Raça.
Agradeço muito.

Posto aqui, acompanhado da mesma imagem selecionada por ele (*)

Clevane Pessoa
Representante do Movimento Cultural aBrace em Belo Horizonte (Uruguai/BRasil/ALat)
VicePresidente do IMEL(Instituto Imersão Latina)
Diretora Regional do Instituto de Culturas
Internacionais .

O Dia da raça

Rafael Jesús Gonzalez

O dia 12 de Outubro é festividade conhecido à várias regiões e por muitos nomes: Dia de Columbus, Dia da descoberta, Dia do carácter espanhol, Dia das Américas, Dia da raça, Dia dos povos indígenas.

Ao México em 1928 à insistência do filósofo José Vasconcelos, quando era ministro da Educação, foi criado a denominação Dia a Raça, pela União Latino-americana em 1913 - para declarar uma nova identidade formada do encontro dos Espanhóis e os indígenas das Américas.

Em 1902 poète mexicano Amado Nervo havia escrito um poema em honra do Presidente Benito Juárez (Indiano zapoteca) que expôs na Câmara de Deputados, intitulado Raça de Bronze ,fazendo o elogio à raça indígena ( título que posteriormente, em 1919 de o autor boliviano Alcides Arquedas daria ao seu livro. O bronze (metal nobre derretido de vários metais) chegou a ser metáfora do mestiçagem.

De acordo com pensar de Vasconcelos uma Raça Cósmica, a raça do futuro, é a raça nobre que se forma nas Américas a partir do 12 de Outubro do 1492, a raça do mestiçagem, um amálgama das raças indígenas das Américas, os Europeus, que é africano, que é Asiáticos, as raças mundiais - numa palavra, a raça humana composta de uma mistura de todas as raças que Vasconcelos chamou a Raça Cósmico. Mas não se pode ignorar que esta raça ideal forma-se a um grande custo da raça indígena Americana (e da raça africana trazida aqui como escravos).

Desde 2002, no Venezuela ela acontece no festival do Dia da Resistência Indígena. Qualquer que seja, por qualquer nome que lhe demos, de qual forma que a cortemos, é a mesma torta,da qual fazemos parte - a data comemora a chegada dos Europeus à América (que para eles era um "Novo Mundo" , não uma visita- mas uma invasão, um genocidio, subjugação das pessoas de lá, do outro lado .Esse "Novo mundo" que conhecemos hoje pelo nome deum cartógrafo Europeu que nunca pisou o solo consagrado dos continentes que levam o seu nome.

Marca a data é uma colonização contínua, uma exploração, um abuso, insulto aos povos indígenas das Américas que nunca diminuiu, que persistiu estes quinhentos e poucos anos. Bem poderia ser renomeada Dia da Globalização. A partir deste dia é verificado ele concretiza e definitivamente que a Terra é realmente redonda, uma esfera, uma bola, um globo. E desde esta data ele eles trata impôr inevitavelmente às pessoas indígenas o " Novo Mundo" ; uma cosmologia, atitude bastante desconhecido (maneira de ver errônea) para a vida, para à Terra, para à economia, para o que é consagrado, para ser mesmo - só uma verdade estreita e intolerante humana, um desdém rapace para a Terra- vista apenas como um recurso para explodir, um conceito do progresso difícil distinguir pela avidez e fome do poder.

A causa dos indígenas clama por justiça: eles roubam as suas terras e terrenos, o que destrói suas madeiras preciosas e minerais; as suas agriculturas de bade, criações agrícolas, como o milho e o papa, qu' salvaram da fome à uma grande parte do mundo, é alterados a nível molecular e controlados por corporações rapaces; as suas medicinas tradicionais são patenteadas por estas mesmas corporações; l' água própria consagrada é privatizada e eles voa-se; seu não se respeita ainda o direito as suas crenças e à culturas.

Mesmo pondo ao lado a justiça, todos deveríamos combinar às pessoas indígenas das Américas (e do mundo completo) na sua resistência contra tal abuso porque por que a ameaça à elas ameaça muito no mundo todo - e à Terra própria. Devem imensamente ensinar-nos sobre uma relação saudável do homeme com a Terra. Numa Terra, muito mais feminina e frágil do que a imaginávamos, encontramo-nos rudo em globalização e lutamos contra a imposição de um capitalismo desenfreado e do fascismo, a sua extensão lógica, que ele acompanha.

Segue a resistência indígena que nunca cessou durante estes cinco séculos e algo apesar de uma repressão brutal e mantendo todos da raça cósmica de simples necessidade deve-nos combinar-se à sua luta, porque esta luta é o nosso sobrevivê-lo de todos se devemos na Terra, mãe abençoada da nossa cepa, a cepa da raça humana - e muito o nosso parentesco os outros animais, as plantas, os minerais. Na Terra redonda e sem veia são fictícias as fronteiras e o que ameaça um ameaça a todos.

Pensar o contrário não é não somente imoral, mas loucura.




"Día de la Raza

Rafael Jesús González



El 12 de octubre es fiesta conocida en varias regiones y épocas por muchos nombres: Día de Colón, Día del descubrimiento, Día de la hispanidad, Día de las Américas, Día de la raza, Día de los pueblos indígenas.

En México en 1928 a la insistencia del filósofo José Vasconcelos, entonces Ministro de Educación, se le nombró Día de la Raza, denominación de la Unión Ibero-Americana en 1913 para declarar una nueva identidad formada del encuentro de los Españoles y los indígenas de las Américas. En 1902 el poeta mexicano Amado Nervo había escrito un poema en honor del Presidente Benito Juárez (indio zapoteca) que recitó en la Cámara de Diputados, titulado Raza de Bronce alabando a la raza indígena, título que más tarde en 1919 el autor boliviano Alcides Arquedas daría a su libro. El bronce (metal noble fundido de varios metales) llegó a ser metáfora del mestizaje. Según el pensar de Vasconcelos una Raza Cósmica, la raza del porvenir, es la raza noble que se forma en las Américas a partir del 12 de octubre de 1492, la raza del mestizaje, un amalgama de las razas indígenas de las Américas, de los Europeos, los Africanos, los Asiáticos, las razas mundiales - en una palabra, la raza humana compuesta de una mezcla de todas las razas que Vasconcelos denominó la Raza Cósmica.

Pero no se puede ignorar que esta raza ideal se forma a gran costo de la raza indígena Americana (y de la raza africana traídos aquí como esclavos). Desde 2002, en Venezuela se le llama a la fiesta Día de la Resistencia Indígena.

Sea como sea, por cualquier nombre que le demos, de cualquier modo que la cortemos, es la misma torta - la fecha conmemora la llegada de los Europeos a América (que para ellos era un "nuevo mundo"), no una visita sino una invasión, un genocidio, subyugación de las gentes de ese "nuevo mundo" que hoy conocemos por el nombre de un cartógrafo Europeo que jamás pisó el suelo sagrado de los continentes que llevan su nombre. Lo que marca la fecha es una continua colonización, explotación, abuso, ultraje de los pueblos indígenas de las Américas que jamás ha menguado, que ha persistido estos quinientos y pico años.

Bien se le pudiera nombrar Día de la Globalización. A partir de ese día se comprueba concreta y definitivamente que la Tierra verdaderamente es redonda, una esfera, una bola, un globo. Y desde esa fecha se les trata imponer forzosamente a las gentes indígenas del "nuevo mundo" una cosmología, actitud bastante extraña (a mi modo de ver, equivocada) hacia a la vida, hacia a la Tierra, hacia a la economía, hacia a lo sagrado, hacia al ser humano mismo - una sola verdad estrecha e intolerante, un desdén rapaz hacia la Tierra vista solamente como un recurso para explotarse, un concepto del progreso difícil de distinguir de la codicia y el hambre del poder.

La causa de los indígenas clama por justicia: se les sigue robando sus tierras y terrenos, se los destruyen por sus valiosas maderas y minerales; sus creaciones agrícolas, tal como el maíz y la papa, que han salvado del hambre a gran parte del mundo, se modifican al nivel molecular y se controlan por corporaciones rapaces; sus medicinas tradicionales se patentan por esas mismas corporaciones; el agua sagrada misma se privatiza y se les roba; aun no se les respeta el derecho a sus creencias y culturas. Aun poniendo al lado la justicia, todos deberíamos aliarnos a las gentes indígenas de las Américas (y del mundo entero) en su resistencia contra tal abuso porque lo que los amenaza a ellas nos amenaza a todos en el mundo entero - y a la Tierra misma. Tienen muchísimo que enseñarnos acerca de una relación sana del hombre con la Tierra.

En una Tierra, mucho más chica y frágil de lo que imaginábamos, nos encontramos en plena globalización y pugna contra la imposición de un capitalismo desenfrenado y del fascismo, su lógica extensión, que lo acompaña. Sigue la resistencia indígena que jamás ha cesado durante estos cinco siglos y algo a pesar de una represión brutal y ahora todos nosotros de la raza cósmica de mera necesidad debemos aliarnos a su lucha, pues esa lucha es nuestra de todos si hemos de sobrevivir en la Tierra, bendita madre de nuestra estirpe, la estirpe de la raza humana - y de toda nuestra parentela los otros animales, las plantas, los minerales. En la Tierra redonda y sin costura son ficticias las fronteras y lo que amenaza a unos nos amenaza a todos. Pensar al contrario no es solamente inmoral sino locura.



© Rafael Jesús González 2009




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Rafael Jesús González
P.O. Box 5638
Berkeley, CA 94705

(*) Neste blog, há fotos do poeta.

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L'ami Poeta Raphael Jesús Gonzalez - que j'ai connu à Montevideo, dans 2007, a la force de POIESIS grecque : il est toujours antenado et engagée dans les acontecências et leurs conséquences, non seulement lunairement un barde, quelle preuve (si) dans la série splendide sur Lune Pleine, clairs de lune - j'ai déjà eu la joie de traduire quelques-uns pour le Portugais. Tous les jours de lune pleine, moi sont illuminés avec leurs vers charmants et constentes. Le poète Claudio Márcio Barbosa et moi, a long temps, écrivons livre sous le sujet du clair de lune. Quiconque di, sort de la prelo. Ils disent que les poètes sont " ; lunáticos" ; , ach qu'im, s~çao plus touchés par le clair de lune lequel à la majorité des mortias, mais, surtout, les poètes ont la mission sacrée du mot de force numérique., comme j'écris dans un poème. Il tourne et chaussette, à des dates significatives, Raphael, cette personne hybride culturellement, avoir né dans la frontière entre Mexique et États-Unis, intègres et enluarada, ordonne nous un cause vigotosa et analytique. Encore une fois, il m'arrive un texte de sa responsabilité sur le Jour de la Race. Je remercie beaucoup de. Grade ici, accompagné de le même image sélectionnée par lui

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Le Jour de La Race.

Rafaél Jesús González


Le jour 12 octobre est festivité connue à plusieurs régions et à époques par beaucoup de noms : Jour de Columbus, Jour de la découverte, Jour du caractère espagnol, Jour des Amériques, Jour de la race, Jour des peuples indigènes. Au Mexique en 1928 à l'insistance du philosophe José Vasconcelos, on ministre a nommé d'Éducation, lui alors Jour la Race, la dénomination de l'Union Latino-américaine en 1913 pour déclarer une nouvelle identité formée de la rencontre des Espagnols et les indigènes des Amériques.

En 1902 le poète mexicain Amado Nervo avait écrit un poème en honneur du Président Benito Juárez (Indien zapoteca) qui a exposé dans la Chambre de Députés, intitulé Race de Bronze en faisant l'éloge à la race indigène, de titre que plus tard en 1919 l'auteur bolivien Alcides Arquedas donnerait à son livre. Le bronze (métal noble fondu de plusieurs métaux) est arrivé à être métaphore du métissage. Selon penser de Vasconcelos une Race Cosmique, la race du futur, est la race noble qui se forme dans les Amériques à partir du 12 octobre de de 1492, la race du métissage, un amalgame des races indigènes des Amériques, des Européens, ce qui est africains, ce qui est Asiatiques, les races mondiales - dans un mot, la race humaine composée d'un mélange de toutes les races que Vasconcelos a appelées la Race Cosmique. Mais il ne peut pas s'ignorer que cette race idéale se forme à un grand coût de la race indigène Américaine (et de la race africaine apportés ici comme esclaves). Depuis 2002, au Vénézuéla lui on appelle à la festivité Jour de la Résistance Indigène. Quoi qu'il en soit, par tout nom que nous lui donnons, de toute manière que nous la coupons, il est la même galette - la date commémore l'arrivée des Européens à l'Amérique (que les arrête était un " ; nouveau mundo" ;), non une visite mais une invasion, un genocidio, subjugation des gens de de celui-là " ; nouveau mundo" ; que nous connaissons aujourd'hui par le nom d'un cartographe Européen qui a jamais foulé le sol sacré des continents qui portent leur nom.

Ce qui marque la date est une colonisation continue, une exploitation, un abus, outrage des peuples indigènes des Amériques qu'il a jamais diminuées, qui a persisté ces cinq cents et pique des années. Bien elle pourrait être nommé Jour de la Globalisation. À partir de ce jour il est vérifié il concrétise et définitivement que la Terre est vraiment ronde, une sphère, une boule, un globe. ET depuis cette date on leur traite imposer inévitablement aux gens indigènes du " ; nouveau mundo" ; une cosmologie, attitude assez d'inconnu (manière de voir, trompée) vers à la vie, vers à la Terre, vers à l'économie, vers à à ce qui est sacré, vers étant même - une seule vérité étroite et intolérante humaine, un desdén rapace vers la Terre vue seulement comme une ressource pour exploser, un concept du progrès difficile à distinguer de l'avidité et la faim du pouvoir.

La cause des indigènes clame par justice : on à voler leurs terres et des terrains, se les détruisent par leurs bois précieux et minéraux ; ses créations agricoles, comme le maïs et le pape, qu'ils ont sauvé de la faim à une grande partie du monde, sont modifié au niveau moléculaire et sont contrôlées par des corporations rapaces ; ses médecines traditionnelles sont brevetées par ces mêmes corporations ; l'eau elle-même sacrée est privatisée et leur on vole ; leur on ne respecte encore pas le droit leurs croyances et à cultures.

Même en mettant au côté la justice, tous nous devrions s'allier aux gens indigènes des Amériques (et du monde complet) dans leur résistance contre un tel abus parce que par ce que la menace à à elles menace tous dans le monde complet - et à la Terre elle-même. Ils doivent énormément nous enseigner sur une relation saine de l'homme avec la Terre. Dans une Terre, beaucoup plus fille et fragile de de ce qui est que nous imaginions, nous nous trouvons dans plein globalisation et lutte contre l'imposition d'un capitalisme effréné et du fascisme, son extension logique, qu'il l'accompagne. Il suit la résistance indigène qui a jamais cessé pendant ces cinq siècles et quelque chose malgré une répression brutale et maintenant tous nous de la race cosmique de simple nécessité devons nous allier à leur lutte, parce que cette lutte est le nôtre de tous si nous devons survivre dans la Terre, mère bénie de notre souche, la souche de la race humaine - et toute de notre parenté les autres animaux, les plantes, les minéraux. Dans la Terre ronde et sans veine sont fictives les frontières et ce qu'il menace à quelques menace tous. Penser au contraire n'est pas seulement immorale mais folie.

Clevane Pessoa
Representante do Movimento Cultural aBrace em Belo Horizonte (Uruguai/BRasil/ALat)
VicePresidente do IMEL(Instituto Imersão Latina)
Diretora Regional do Instituto de Culturas
Internacionais

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Mon ami le Poeta Raphael Jesús Gonzalez - que yo conesci en Montevideo, en 2007,muestranos la fuerza de la POIESIS griega: él siempre antenado y es contratado en los acontecências y sus consecuencias, no solamente lunarmiente el acoraza, qué prueba(si) en la serie espléndida sobre Luna Llena, claros de luna - j' ya tuvieron la alegría de traducir algunos para el Portugués. Todos los días de luna llena, se ilumina con suyo gusanos encantadores y consistentes.
El poeta Claudio Márcio Barbosa y yo , tiene largo tiempo, escribimos uno libro bajo el tema del claro de luna. Cualquiera di,escapanos del prelo.
Dicen que los poetas son " lunáticos" , peienso entretanto, qué los poetas si, todosnosotros quedamonos más afectados de tonterías por el claro de luna el cual por mayoría de los mortias, pero, sobre todo, los poetas tienen la misión consagrada de la palabra de fuerza numérica., como yo escribi en un poema.
Muchas veces, en fechas significativas, Raphael, esta persona hibrida culturalmente,pués r nació en la frontera entre el México y Estados Unidos, justo de palabras bellas y enluarado "de per sí", qué nos provocán la atención y la analyses. Una vez más, llegame un texto de su responsabilidad sobre el Día de la RACE. Agradezco mucho. Posto acá, acompañado de la misma imagen seleccionada por él Poeta.


El Dia de La Raza

Rafael Jesus Gonzalez.

El día 12 de octubre es festividad conocida a varias regiones y a tiempos por muchos nombres: Día de Columbus, Día del descubrimiento, Día del carácter español, Día de Américas, Día de la raza, Día del pueblo indígena. En México en 1928 a l' insistencia del filósofo José Vasconcelos, él el Ministro nombró d' Educación, él entonces Día el RACE, la denominación de l' Unión Latinoamericana en 1913 para declarar una nueva identidad formada por el encuentro de los Españoles y los indígenas de Américas. En 1902 el poeta mexicano Gustado Nervo había escrito un poema en honor del Presidente Benito Juárez (Indio zapoteca) que expuso en la Habitación de Diputados, titulado RACE de Bronce haciendo l' elogio a la raza indígena, de título que más tarde en 1919 de l' autor boliviano Alcides Arquedas darían a su libro. El bronce (metal noble fundido de varios metales) llegó a ser metáfora del mestizaje. Según pensar de Vasconcelos un RACE Cósmico, la raza del futuro, es la raza noble que se forma a partir del 12 de octubre en las Américas del 1492, la raza del mestizaje, una amalgama de las razas indígenas de Américas, de los Europeos, lo que es africano, lo que es Asiático, las razas mundiales - en una palabra, la raza humana compuesta d' una mezcla de todas las razas que Vasconcelos llamaron el RACE Cósmico. Pero no puede s' ignorar que esta raza ideal se forma a un gran coste de la raza indígena Americana (y de la raza africana aportados aquí como esclavos). Desde 2002, en Venezuela él se llama a la festividad Día de la Resistencia Indígena. Qué qu' sea, por todo nombre que le damos, de cualquier forma que nos lo cortan, él somos la misma galleta - la fecha conmemora l' llegada de los Europeos a l' América (que los detiene era un " ; nuevo mundo" ;), no una visita pero una invasión, un genocidio, subyugación de la gente de aquél " ; nuevo mundo" ; que conocemos aujourd' hoy por el nombre d' un cartógrafo Europeo que nunca ha presionado el suelo consagrado de los continentes que llevan su nombre. Lo que señala la fecha es una colonización continua, una explotación, un abuso, ofensa del pueblo indígena de Américas qu' nunca ha disminuido, que persistió estos cinco cientos y pincha de los años. Bien podrían nombrarle Día de la Globalización.

A partir de este día se comprueba él concreta definitivamente y que la Tierra es de verdad redonda, una esfera, una bola, un globo. Y desde esta fecha él ellos trata imponer inevitablemente a la gente indígena el " ; nuevo mundo" ; una cosmología, actitud bastante d' desconocido (manera de ver, equivocada) hacia a la vida, hacia a la Tierra, hacia a l' economía, hacia a a lo que se consagra, hacia siendo incluso - una única estrecha verdad e intolerante humana, un desdén rapaz hacia la Tierra vista solamente como un recurso para estallar, un concepto del progreso difícil a distinguir de l' avidez y el hambre del poder. La causa de los indígenas abrazadera por justicia: a robar sus tierras y terrenos, se se los destruye por sus maderas preciosas y mineral; sus creaciones agrícolas, como el maíz y el papa, qu' se controlan salvaron del hambre a una gran parte del mundo, se modifican a nivel molecular y por sociedades rapaces; estas sociedades patentan sus medicinas tradicionales mismas; l' ella misma se privatiza de agua consagrada y ellos se vuela; su no se respeta aún el derecho sus creencias y a culturas. Incluso al poner al lado la justicia, todos deberíamos s' combinar a la gente indígena de Américas (y del mundo completo) en su resistencia contra tal abuso porque por lo que la amenaza a ellas amenaza muy en el mundo completo - y a la propia Tierra. Deben enormemente enseñarnos sobre una relación sana de l' hombre con la Tierra. En una Tierra, mucho más muchacha y frágil el lo que es que nos imaginábamos, nos encontramos en plena globalización y luchamos contra l' imposición d' un capitalismo desenfrenado y del fascismo, su extensión lógica, qu' él l' acompaña.

Sigue la resistencia indígena que nunca ha cesado durante estos cinco siglos y algo a pesar de una represión brutal y que mantenían todos de la raza cósmica de simple necesidad lo debe combinarnos a su lucha, porque esta lucha es el nuestro sobrevivirlo de todos si debemos en la Tierra, madre bendecida de nuestras existencias, las existencias de la raza humana - y muy de nuestra relación los otros animales, las plantas, los minerales. En la Tierra redonda y sin vena son ficticias las fronteras y esto qu' amenaza a algunos amenaza todos. Pensar al contrario n' no es sino inmoral sino locura."

Rafael Jesus González.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

National Council Of Teechers of English -Conselho Nacional de Professores de Inglês), para o Dia Nacional da Escrita- Escrevendo-20 de outubro











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Gosto de escrever à mão, sempre que posso, porque flui igual à água quando cai pela pedra, do alto...











Ilustrações:alguns velhos recortes de jornais dos Anos 60, de jornais onde trabalhei (gazeta cpmercial, A Tarde, urgente, em Juiz de Fora, MG-Brasil), Feira da Cidade(S>Luiz, MA), Jornal do Barreiro -Belo Horizonte, MG),



Rafael Jesus Gonzalez


O poeta Rafael Jesús Gonzalez, nascido na fronteira entre os Estados Unidos e o México, fraternalmente, nos manda essa chamada da National Council Of Teechers of English (Conselho Nacional de Professores de Inglês), para o Dia Nacional da Escrita ("Escrevendo")(20 de outubro), leiam e participem:



Dear family, friends, colleagues - I received an invitation from NCTE (National Council of Teachers of English) to contribute a writing to the National Gallery of Writing to mark the National Day on Writing October 20, 2009, and I pass it on to you.


I know each and everyone of you to be writers (of letters, of memos, of news, of stories, of poems, of opinion, of articles, of essays, of thoughts, of notes) and encourage you to contribute your writing to the National Gallery of Writing.


As a nation, as citizens, we have the responsibility to make ourselves heard -- our concerns, our stories, our dreams, our fears, our ideas, our joys, our beliefs. Please let us share ourselves in all forms of writing, any form of writing. To communicate is a pleasure, a joy - enjoy.


Visit http://www.ncte.org/dayonwriting and contribute to the dialogue and celebrate literacy -- not a luxury but a necessity, not a privilege but a right, not for the few but for everyone.


bless --


Rafael








Important Resources



National Gallery of Writing

National Day on Writing

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Talk on the Ning













Thanks again for all your support. Continue to help us get the word out there so that we can put writing front and center on October 20.

Best,

Cari Rich
National Council of Teachers of English (NCTE)
1111 W. Kenyon Road, Urbana, IL 61801-1096
800-369-6283, ext. 3659
crich@ncte.org





Questions, Comments, Suggestions? Email us at ndw@ncte.org

Copyright 2009 National Council of Teachers of English, 1111 W. Kenyon Road, Urbana, IL 61801-1096 Phone: 877-369-6283






--
Rafael Jesús González
P.O. Box 5638
Berkeley, CA 94705


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Divulgação:
Clevane Pessoa de Araújo Lopes
Diretora Regional do InBrasCi
Vice presidente do IMEL
Pesquisadora do MUNAP


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Fiz uma versão para o Espanhol e o Português:

Cara família, amigos, colegas -

Eu recebi um convite de NCTE (o Conselho Nacional dos Professores do Inglês) ,para contribuir com um texto ao National Gallery para marcar o Dia Nacional da Escrita (Escrevendo...),em outubro 20, 2009, e eu passo-lhes a respeito.

Eu sei cada um e todos de você são escritores (das letras, dos memorandos, da notícia, das histórias, dos poemas, da opinião, dos artigos, dos ensaios, dos pensamentos, das notas) e para incentivá-lo contribuir com sua escrita ao National Gallery da Escrita. Porque numa nação, como cidadãos, nós temps a responsabilidade se nos fazermps ouvidos -- nossos interesses, nossas histórias, nossos sonhos, nossos medos, nossas idéias, nossas alegrias, nossa opinião.

Deixem-nos por favor compartilharmos em todas as formas da escrita.
Ppos comunicar-se é um prazer, uma alegria - aprecie.

Visite http://www.ncte.org/dayonwriting e contribua com o diálogo e celebre a Litratura: não um luxo mas uma necessidade, não um privilégio mas uma direita, não para o pouco mas para todos. Bençãos

Rafael


Estimada familia, amigos, colegas -

Recibí una invitación de NCTE (el Consejo Nacional de profesores del inglés) a contribuir con una escritura al National Gallery para marcar el día nacional de la la escritura : el 20 de octubre de 2009, y le la paso encendido.

Sé cada uno y a cada uno de usted para ser escritores (de letras, de notas, de las noticias, de historias, de poemas, de la opinión, de artículos, de ensayos, de pensamientos, de notas) y para animarle a contribuir su escritura al National Gallery. Pues una nación, como ciudadanos, nosotros tienemps la responsabilidad de hacerse oídos -- nuestras preocupaciones, nuestras historias, nuestros sueños, nuestros miedos, nuestras ideas, nuestras alegrías, nuestra creencia.

Por favor compartámosnos en todas las formas de escritura, cualquier forma de escritura. Para comunicar es un placer, una alegría - goce.

Visite http://www.ncte.org/dayonwriting y contribuya al diálogo y celebre la instrucción -- no un lujo sino una necesidad, no un privilegio sino una derecha, no para los pocos sino para cada uno. Bençãos

-- Rafael




Gosto de escrever à mão, sempre que posso, porque flui igual à água quando cai pela pedra, do alto...


dp

Belo Horizonte, MG

DOMIST NEWS


EDS-DOMISTnewsTerça-feira, 29 de Setembro de 2009 10:28
De: "EDS - marco milani" Para: "EDS&DOMIST"


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"Settembre 2009


Un immenso saluto a tutti. Ne approfitto per ringraziarvi di essere ancora con noi.

Si riparte, con la fusione di fatto delle due entita', che in effetti sono sempre state collegate: DOMIST e EDS. Su questa scia, la novita' piu' rilevante che presto ci rinnoveremo. Servira' un po' di tempo, ma dopo 8 anni di web doveroso. :)

Oltre a semplificare la navigazione di DOMIST appronteremo anche una serie di interazioni e a mano che ristruttureremo, insieme al nuovo riproporremo la miglior narrativa passata su queste pagine.
Per chi volesse racconti, libri, articoli, ecc. c'e' sempre spazio.


International Literary Project
Letteratura e Pace

Ultime News

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perle
CINZIA BALDINI

una mano su di me
ANTONIETTA MENNITTI

quando la morte ti baci in bocca
CLAUDIO BISCIA






Edizioni Diversa Sintonia
associazione culturale


Cerchiamo buoni autori
per il nostro 'futuro'.

info@diversasintonia.it

Con EDS la programmazione 2010/11 e' avviata. In un anno di attivita' abbiamo appreso che il mercato ti 'ascolta' a fatica e come editore devi essere 'specializzato'.

Quindi, nell'insieme, avremo anche delle specialita':
Fantastic-Zen (narrativa spiritual/fanta nel piu' largo senso dei termini) - Connectiva (fantascienza/fantaclassic/fantahorror);
nonche' la manualistica particolare, con Music-book (biografie anche 'narrate') - arti&filosofie (tutto, dall'impropriamente detto 'generico zen' alle arti marziali) - art-toons (non solo fumetti).

Se DIVERSA SINTONIA e' allargare gli orizzonti, con la propensione allo scambio culturale e all'incondizionato meditare, al sociale, al "femminile", all'integrazione, all'internazionale... Edizioni DIVERSA SINTONIA narrativa e saggistica verso: fantastico, mistero, favole e fumetti, metafisica e psicoscienze, music/book, arte e oriente... E' di certo editoria di qualita', di utilita' sociale e libero pensiero, insieme. Sosteneteci.

Ecco i nostri volumi:
Avanguardie Futuro Oscuro - AA.VV.
Antidoti Umani - Francesco Verso
Aiutare gli altri - Andrea Ungarelli
Fantastic-Zen 1 - AA.VV.
Godzilla e altri sogni - Marco Milani
Il Salotto di Lerici - Maria Cristina Buoso



Li troverete tutti su KaleydosLibri
scontati del 20%.


"Kaleydos libri e' una nuova realta' libraria italiana. Perche' Kaleydos? Perche' la nostra consapevolezza e' quella di vivere ormai in un mondo globalizzato, in cui internet permette di raggiungere potenzialmente i luoghi piu' disparati. Cio' puo' e deve diventare una possibilita' di crescita culturale, di sviluppare quel senso comune di appartenenza che ci accomuna tutti come "cittadini del mondo", di creare dei punti di osservazione che permettano di vedere le piu' diverse culture e le rispettive sfaccettature come in un caleidoscopio... Il nostro obiettivo quindi e' quello di fornire non solo una vasta scelta di libri, DVD, musica, audio-book in lingua italiana, ma anche una vasta scelta di opere provenienti da ogni parte del mondo e nelle piu' diverse lingue. Con un'attenzione particolare anche alle nuove tecnologie. Inoltre, coerentemente con un'ottica induttiva che punti ad una crescita partendo dal basso, vogliamo dare attenzione a tutte quelle realta' letterarie non ancora prese in considerazione dai grandi circuiti editoriali e distributivi ma che puntino a dare un contributo interpretativo sui piu' disparati elementi che costituiscono la nostra realta' attuale." - http://www.kaleydoslibri.it


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Grazie ancora e alle prossime. Per EDS&DOMIST, Marco Milani
contatti: info@edizionidiversasintonia.it - postmaster@domist.net


Newsletter inviata a 876 utenti list.
Contro lo spamming e in conformita' del D.Lgs. 196/2003 sulla privacy.
Gli indirizzi pubblici nella mailing list sono di iscritti, di autori, di siti amici, di siti-persone-associazioni che ci hanno contattato o inviato pubblicita' letterarie ai nostri principali domini (...@edizionidiversasintonia.it - ...@domist.net) e agli indirizzi di Marco Milani (personal mail e social network).
Se non vuoi piu' ricevere notizie da EDS&DOMIST e' sufficiente inviare una email a:
onlynews@edizionidiversasintonia.it con oggetto NO news."

Divulgação:
Clevane Pessoa de Araujo Lopes

sábado, 19 de setembro de 2009

HOGAR-TERESINKA PEREIRA


HOGAR

La inquietud, cada mañana
de estar todavia en la calle.

A veces no es el techo
la seguridad del hogar.
Necesario es tener un rincon
en donde plantar nuestros sueños.

TERESINKA PEREIRA(*)

Biografia e poemas da autora, mineira que reside nps Estados Unidos e leva uma vida intensa em prol da Paz e da Poesia, das Artes e do Humanismo.

Ela é uma das pessoas com poemas ilustrados por Iara Abreu, na Bibioteca Municipal, em Belo Horizonte, MG, em "Aspectos Urbanos"


Teresinka Pereira

Biography:

Teresinka Pereira: Brazilian-American poet, President of the International Writers and Artists Association (IWA), President of the International Congress of the Society of Latin Culture.

She received from the Knights of Malta Sovereigh Order of St. John of Jerusalem the hereditary title of "Dame of Grace", signed by the Grand Prior S.O.S.J. Dom K. Vella Haber (Malta, January 8, 1997). January 1999 she was appointed Senator of the International Parliament for Safety and Peace. Dr. Teresinka Pereira received, in 1985, the noble title of Dame of Magistral Grace from Dom Waldemar Baroni Santos, Prince of Brazil, for her literary merits.

Teresinka received a Ph.D. in Romance Languages from the University of New Mexico, USA, and in 1997 received the Doctor Honoris Causa degree from the University Simon Bolivar, in Colombia. In 1972 she received the National Prize for Theatre in Brazil, in 1977 she was nominated Poet of the Year by the Canadian Society of Poets, and in 1992 was nominated Personality of the Year by the Brazilian Writers Union. She was awarded a golden "Laurel Wreath" as "Laureate Woman of Letters" from the United Poets Laureate International (UPLI). In 1994 she was the winner of the Su-Se Ru International Literary Magazine Company Prize in Korea, and in Greece, she was the winner of the Prize City of Athens. Also in 1994 was elected Director of International Affairs of the Society of Latin Culture. Since 1989 she is a member of the North American Academy of Spanish Language, corresp. of the Royal Spanish Academy.


1. Enigma

Once I jumped out
of my rose skin
and modestly
entered the fountain
of crystalline enigmas.

Since then I remain unknown
but I have the impetuosity
of a loose ocean
and phosphorescent pupils
to engender
the most daring dreams.



2. Death

To Cheo Seung-Hui*

Your tears became the rain
that mournfully inundated
heavens and earth with a
deluge larger than the
biblical flood prior
to your destiny.

I can only imagine
the darkness of your rage,
untimely and incurable,
the painful wound that
awoke with you
and which you laid out to share
the sacrifice.

The fury of your innocense
made the whole world tremble
leaving so many doubts
and false understandings.

Now that you are in peace
and have rendered your tears
to us, I forgive you for not
being able to decipher
the temporal pretext for living.

* Cho Seung-hui committed suicide
after shooting and killing 32 people
and wounding others at the Virginia Tech
University, April 16, 2007.



3. Nothing

Nothing is a long time
in the waiting room
in grief and sorrow
every morning.

Nothing is returning
to the emancipated breath
of freedom under parole.

Nothing was hope
in the lobies of time,
the fever in my tongue
and inside my body.

Nothing is this life
of strayed eyes and this
almost extinguished
flame still shining
in case that you
decide to love me.



4. Poem For Someone
Who Is Sorry For Me

Just a moment, please!
The night sleeps calmly.
Why do you want to annihilate
the silence of the infinite?
Leave my anguish alone,
let me protect myself
from your perfidious hopes!



5. Anna Politkovskaya

I hold the security agents
that detained you in Chechnya
February 2001, guilty
of violating your human rights.

Today, receiving the news
of your death, I imagine you
in a pit for three days
without food or water
while a military officer
threatened to shoot you...

Finally they did it
on October 7, 2006. Now
the whole world celebrates
your life and death
against oppression.

You don't need any extra words
in a poem about you.
you are the bravest poetry
any human being would love
to have the courage to become.


© Teresinka Pereira

Fonte:http://wps-poets.blogspot.com/2007/05/teresinka-pereira.html

E em Português:
CHUVA

Da janela olho a tempestade.
Os ramos pesados
da arvore abaixam ate' alcanc,ar
a grama molhada.

Um raio ilumina o ceu e a terra
diante dos meus olhos.
Quizera abrac,ar alguem
para compartilhar
a negrura triste desta noite.

TERESINKA PEREIRA


Fonte:http://www.kplus.com.br/materia.asp?co=993&rv=Cigarra

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Lírios Possíveis-Poesia temática de Gabriel Bicalho




Gabriel Bicalho, na noite de autpógrafos
Fonte:www.jornalaldrava.com.br/pag_noticias.htm(navegue até lá e saiba mais)






Gabriel Bicalho e eu, entregando-lhe o Certificado de Amigo da paz, da Arte, da poesia e da Vida.


Gabriel e Andreia


Capa de Lírios Possíveis


"Ah meu irmão sombrios
(...)

Ah meu irmãos das sombras
(...)

( o primitivo selvagem
ainda habita em nós:
o sangu ferve nas veias )"

Gabriel Bicalho, in"fumaça nos céus"
Lírios Possíveis são todos aqueles , os conhecidos, os imagináveis e os difícieis de se imaginar-embora representados na arte aldravista de Deia Leal, bem à nossa frente, em cinco lindas versões liliáceas , na capa do poemário de Gabriel Bicalho,assim denominado.

Sempre admirei a maneira peculiar desse Poeta encarar o mundo e o redimensionar ou interpretar em versos.Esse seu novo livro(*),lançado dia 16 de julho , na cidade onde mora, Mariana, em Minas Gerais, no Brasil, tem uma característica marcante:é temática, não um mero feixe de poemas já escritos e reunidos por esse ou aquele motivo.Certa vez, Drummond me escreveu que nunca escrevera um livro -em vida, pois deixou poemas póstumos, onde o erotismo , por exemplo,foi base de inspiração ao longo de um tempio dimensionado intimamente.Contou-me, em carta-com a letra miúda e e elegante, que apenas juntava o que ia publicando nos jornais , aqui e ali.Não é esse o caso do mineiro Gabriel Bicalho (*).

O livro trata , de forma contundente, mas terna, da marginalidade-linguagem , incidents cotidianos, condições de vida, sentimentos e emoções.Somente um olhar de humanista poeta alcançaria tal precisão o des/gosto dessa gente menos favorecida..Gabriel Bicalho derrama-se, em Lírios Possíveis, na marginália (Ó tempora, ó mores!)de uma violência que pulsa nas veias dos oprimidos, o submundo no coração dos revpltados, a angústia e a fome de ser apenas isso:uma pessoa quetem direitos garantidos pela Leis dos Homens-que nem sempre as cumprem- e pelas leis Divinas.

Mergulha-se num mar de marginais , para quem o temor está dentro do paladar, muitas
vezes, com gosto de sangue, a escorrer pelos brônquios e exsudar-se da pele suja, suada de fugas e ataques...Pipocar de tiros a ensurdecer e rebentar os tímpanos-até os da imaginação.

O poeta Gabreil observa, registra, poetiza.Os versos fazem baliza e passam no teste de endurecimento que não perde a ternura, na lógica guevariana- pois ao sol da verdade inconteste, amolece e explode em estrelas, quais os tiros nas favelas :metáfora mui bela , quais os próprios lírios im/possíveis do poeta .

Todas as letras são minúsculas, a partir dos títulos.Não sobra nada, nada falta;anesse poemário, nem um finema é vão.os sinais gráficos ajudam a compor a progressão, a supressão.

Ao tomar na boca da alma, a primeira pessoa, em alguns dos discursos poéticos dos personagens que ali dimensiona, não eixa de tornar irmãos os miseráveis-tão frutos quanto ele próprio, de um mesmo Criador.

A edição é primorosa, em papel couché de boa gramatura, encomendada pela editora Aldrava Letras e Artes, em Mariana, às oficinas gráficas da Editora Dom Viçoso..Gabriel Bicalho, a quem eu conhecia como das nuvens,da manhã na roça,das muitas faces marianenses, e que me instava a posar, borboleta que sou, pode agora ser aplaudido sob novo título:poeta dos míseros, que ao seu escrever compassivo, não escapam de um novo conceito da beleza que apenas os bardos podem emprestar à tragédia humana , com toques de universalidade, mesmo que aponte o dedo para sinalizar brasileiros marcados por uma sovciedade de classes tão díspares, desprovidos de tantos direitos, até da Vida,quando precocemente roubam-lhes o precioso Bm.Um direito quase vão, nessas suas pobres histórias sem História.Mas que riquíssimos versos...

Clevane Pessoa de Araújo Lopes.

E eu não poderia concluir a prosa, sem lhe falar em versos:

A Gabriel Bicalho, sobre Lírios Im/Possíveis

Poeta ,
fal(h)as
em tentar mo(st)rar
na PORTA da brutal/idade
da fatal/idade
em qualquer tempo de existirem,
os que des/vivem,
com tais metonímias puras e lapidadas.
Somente consegues
criartear
no tear
do teu parnaso interior
metáforas tão belas
quanto fazer estrelas
na favela
ao pipocar das tuas metralhadoras
de ouro puro
que lançam constelAÇÕES
na escuridão dos miseráveis...

Com afetoe admiração:
Clevane Pessoa


Observação:

Aqui, eu optei por transcrever as notas que escrevi ontem , deitada por ordem médica, enquanto relia Os Lírios Possíveis,que me chegaram às mãos trazidos pela Poeta e também editora Tânia Diniz, nas Terças Poéticas de Brenda Mars (01/09/2009), sobre Poesia Sonora, onde fui convidada a interpretar -com gosto e deliciada-uma estrofe mais longa de "O "Mito da Mulher Poliglota".Desde que o livro foi lançado , queria lê-lo.À porta da AMI, em maio ou junho, mostrei-lhe a boneca de meu Olhares ,Teares Saberes, para que conhecesse o trabalho do amigo paranaense Kiko Consulin, poeta radicado no Maranhão, que o editou e me presenteou- pois editores gostam de cinhecer livros.Ele o folheou, aprovando e mencionou que iria publicar o seu, os olhos brilhando.

Quando estive em Mariana, para a tocante cerimônia de posse na ALB, deixei para os amigos aldravistas, em 30 de maio (**)exemplares desse meu livro novo.Gostamos, os poetas, de trocar impressões.E foi mesmo para nada deter o fluxo de minhas observações sobre Lírios Possíveis, que , ao final, prefiro repassar , escritas por outrem , as notas biográficas do grande poeta.


Eis então, a Biografia do Mestre em poetizar a vida:


"Gabriel José Bicalho, nascido em Santa Cruz do Escalvado, Estado de Minas Gerais em 14 de janeiro de 1948.

Teve sua formação cultural na vizinha cidade de Ponte Nova, onde residiu por muitos e muitos anos, desde a infância. Como funcionário do Banco do Brasil, morou em diversos municípios até se radicar definitivamente na histórica cidade de Mariana – a Primaz de Minas. Colaborou em diversos órgãos da imprensa, inclusive no “Suplemento Literário de Minas Gerais”.

Apareceu em livro pela primeira vez na antologia poética “Vôo Vetor”, da Editora do Escritor – SP em 1974, ano em que lançou seu primeiro livro individual de poesia “Criânsia”.

Obteve prêmios ou menções especiais e honrosas em numerosos concursos, sobressaindo-se a Menção Especial de Poesia que a União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro, conferiu a Criânsia, no Prêmio Fernando Chinaglia II em 1972.

Participou de várias antologias poéticas e têm poemas publicados em obras didáticas, revistas culturais impressas e eletrônicas.

Premiado no Concurso nacional de poesia - Literatura para Todos - MEC/2006, com o livro de poesia aldravista “Caravela – redescobrimentos”, entre milhares de livros, foi o único poeta selecionado de Minas Gerais para fazer parte da coleção do Ministério da Educação “Programa Brasil Alfabetizado”.

“Sua poesia tem um caráter singular e especial – a de aproximar o leitor do mundo da poesia, às vezes falsamente considerado difícil, mas na verdade aberto a qualquer um que queira experimentar seus prazeres. Um livro com textos densos e instigantes para prender o leitor do começo ao fim e fazê-lo raciocinar sobre o que sente ao ler cada um dos poemas escritos com apaixonada inspiração” (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade - Ministério da Educação).

Autor também de Euge, poeta! (1984), Poemas in: Aldravismo – a literatura do sujeito (2002), Apesar das nuvens (2004) e Enquanto sol - senda 02 de nas sendas de Bashô (2005) e livro de poesia: Beiral antigo (setembro/2007).

Gabriel Bicalho é grande incentivador de cultura em Minas Gerais , no país e estrangeiro. Promoveu, quando gerente da agência local do Banco do Brasil, exposições de artistas plásticos nas décadas e 80 e 90. Incentivou e incentiva novos talentos na poesia para divulgação de literatura e aprimoramento na arte de escrever. Criou jornais de divulgação literária em Mariana, dos quais se destaca o Jornal Aldrava Cultural que já está no seu oitavo ano de produção ininterrupta.

De sua obra, vale destacar o livro Caravela – redescobrimentos, 2006, premiado no Primeiro Prêmio Literatura para Todos, do Ministério da Educação e traz poemas que velejam muito além da pós-modernidade.

"É aldrávico esse Gabriel. Observador, sim, mas não só espectador. Aí ele traça a diferença que lança a aldrava na poesia. Bater, bater, bater, até que alguém venha abrir a porta do sentido que se deseja. Nada ensimesmado, nada autista, nada fora de contexto como os pós-modernistas de academia. O elitista “espectador atento” é chamado a sair da clausura ditada pelo imperialismo cultural das abraliques, das uebês, das academias, das congressites dos homens e mulheres de capa preta das ifes e ieés, para se popularizar, sem transformar-se em bunda, e dedicar-se a “ouvir o mar no marulhar ou ver o mar ao mar olhar”. (Donadon-Leal 2002).

Por esse fato, o livro de Gabriel foi premiado para ser livro de alunos recém-alfabetizados.

Embora sem pretender superar qualquer tendência, a superação desse autismo criado pelo endeusamento do sujeito pós-moderno, desinstitucionalizado para ser servido pelas instituições, é inevitável, e pode ser pensada na inconveniência de batidas insistentes das aldravas nas portas imperiais, que não se abrem para as cabeças interioranas, mas que, por não se abrirem, distanciam-se tanto do mundo em movimento, aldrávico, de batidas renitentes, de movimentos de corpos em rituais de acasalamento, que não há como dizer mais em revisitar o passado, como querem os umbertos, em parodiar ou ser interlocuções de minorias, ou ver somente o texto e o intertexto. O aldravismo é discursivo e interdiscursivo. O discurso da cartilha escolar dos anos 60, da insistência silábica da família “ra - ré - ri - ró - ru”, toma o discurso da incerteza do futuro do pretérito, para construir o discurso das possibilidades ramificadas, próprias do reconhecimento das vozes polifônicas dos discursos: “ramaria / remaria / rimaria / romaria / rumaria”, num conjunto de substantivados coletivos, ecos polifônicos das navegações dáblio-dáblio-dáblio. É a superação do texto. É a compreensão do mundo dos discursos como negação da pretensiosa idéia de interpretação. Gabriel não é só poeta, ele é craque na poesia. (Donadon-Leal-2002)

– Foi fundador e diretor cultural do Jornal “CIMALHA” em 1997 e do folheto literário “4 ou mais poetas” também em 1997.
– Presidente da Associação Aldrava Letras e Artes.
– Membro da Academia Marianense de Letras e da Academia Barbacenense de Letras.
– Cônsul em Mariana de Poetas del Mundo.
– Delegado da União Brasileira de Trovadores - Sessão Mariana, MG
– Vice-Governador do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais em Minas Gerais.

Fonte:
http://academialetrasbrasilmariana.blogspot.com/
Postado por José Feldman, in http://singrandohorizontes.blogspot.com/2009/04/gabriel-bicalho-1948.html

(**)Mais:
POIETISAS_Llobus_Clevane - 45 visitas - 7 set.Aqui, antes minha posse na Academia de Letras do Brasil-ALB/Mariana, cadeira número 11, Laís Correa de Araújo, ... Em 30 de maio de 2009-Mariana-MG ...

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Iara Abreu recebe merecido prêmio da AVSPE

Foto:Iara Abreu, em uma das reuniões do paz e Poesia(na ONG Arte Pela paz)




A dinâmica e empática Malu Mourão, ao receber minha nota sobre a mostra de Iara Abru-a artista que interpreta a vida e os poetas com sua arte, envia-lhe o prêmio da AVSPE (da qual sou patronesse)2009 - NO SEU 3º ANIVERSÁRIO :

"REPASSANDO


Poeta Clevane Pessoa

PATRONESSE DA AVSPE

--- Em ter, 1/9/09, clevane pessoa dearaújolopes < escreveu:





http://clevanepessoaeoutraspessoas.blogspot.com
Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

"Aspectos Urbanos-Mostra de Íara Abreu-Biblioteca Municipal em Belo Horizonte, MG-Brasil
O belo sorriso de Iara Abreu, que acaba de fazer a capa de "Nós da Poesia", a ser lançada na Bienal do Livro no Rio de Janeiro,e onde participa com poemas visuais, e também de de ilustrar o livro "Poesia Para Parar Tempo", da Antonio Dayrell, ainda dedicou-se à ilustração de nossos poemas .
Seu dinamismo e generosidade sempre me impressionam muito bem!
Mesmo a camiseta que veste, é uma de suas obras.
Local:Parque Municipal em Belo Horizonte
Créditos da foto:
Clevane Pessoa







Amigos, repasso, da artista plástica Iara Abreu, que gentilmente nos ilustra.
Por favor, ajudem-nos a divulgar seu belo trabalho , que abraça os poetas e seus poemas.
Tenho muito prazer em ter meus versos ilustrados pela amiga talentosa.
Cordialmente:
Clevane Pessoa

BIBLIOTECA MUNICIPAL INFANTIL E JUVENIL

Data:08 a 30 de setembro de 2009

Horários:Segunda a sexta, de 9 hàs 17:30h

Sábados e domingos:até ao meio dia e quinze.

Rua Carangolla 288-Térreio
B:Santo Antonio-Belo Horizonte, MG

A artista exporá objetos, pinturas, desenhos e 89 poemas ilustrados de 51 poetas.

Divulg:Clevane Pessoa



Caros amigos poetas.

"Vocês que participaram comigo das primeiras mostras dos Aspectos Urbanos, estaremos novamente expostos, agora na Biblioteca Municipal de Belo Horizonte a partir do dia 08 de setembro. Não há uma abertura oficial. Estarei lá na galeria no horário de 16hs as 18,30 hs recebendo os amigos. Muito legal fazer exposição em biblioteca pois a frequência de leitores é muito grande.
Além de voces que participaram das primeiras mostras contamos agora com mais a participação de mais os seguintes poetas:
Ataneri Veiga, AnITAvalente,Dimythryus,Jorge Emil, Luis Lyrio, Marco Aurélio Lisboa, Neuza Ladeira,Octávio Roggiero Neto, Paulinho Andrade,Paz Cerrilho, Rogério Salgado & Virgilene Araujo, Ronaldo Werneck, Rosangela Gontijo, Sebastiana Gomes Campos,Teresinka Pereira.

A exposição Foi primeiramente vista na Biblioteca Estadual Luiz de Bessa, depois na Regional Barreiro, posteriormente no Via Shopping e agora fomos convidados para a Biblioteca Municipal de Belo Horizonte.

A antologia "Aspectos Urbanos" de Poemas ilustrados está crescendo e pretendo percorrer outros lugares e agregar outros poetas.

Vocês poetas que entraram nesta mostra podem pesquisar Iara Abreu ou iluarti na google que voces encontram algumas matérias já postadas.

Esses três dias estarei no espaço montando a exposição."

Abraços Iara Abreu
33845104 - 96915104 e 86472314

Divulgação:
Clevane Pessoa
Diret.Reg.do Inst.Imersão Latina e Vice Presidente do IMEL.
Postado por Clevane Pessoa e Outras pessoas às 19:59 0 comentários
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